É o seu primeiro dia no \textbf{Departamento de Controle de Qualidade}. Você esperava analisar planilhas, gráficos e talvez alguns modelos estatísticos... mas o laboratório te surpreende. Logo ao entrar, seu gerente te conduz até uma máquina barulhenta, repleta de cabos coloridos e um enorme botão vermelho no topo. --- “Aqui nós fazemos \textbf{análise de dados}.”, ele diz, com um sorriso confiante. Você concorda, achando que entendeu, até perceber que a máquina está literalmente lançando um dado de seis faces a cada segundo. Sim, você vai analisar \textbf{dados de verdade}. Mas há um problema: os dados do laboratório sofrem de \textit{fadiga de repetição}. Se uma mesma face aparecer muitas vezes seguidas, o mecanismo emperra e a máquina trava, o que, segundo o manual, “não é recomendável”. Cada face $i$ ($1 \le i \le 6$) possui um limite $d_i$: o número máximo de vezes que ela pode aparecer consecutivamente antes de causar uma falha. Sua tarefa é determinar quantas sequências de lançamentos de comprimento $n$ podem ser geradas sem que a máquina quebre. Como o número de sequências válidas pode ser gigantesco, o gerente exige que o resultado seja dado módulo $10^9 + 7$.