No primeiro caso de teste, temos \( n=2 \) e os participantes possuem valores \(\{1, 2\}\). Como só existe uma forma de formar um par, a única diferença possível é \( |1 - 2| = 1 \). Portanto, a maior diferença mínima possível é 1. No segundo caso de teste, temos \( n=4 \) com os valores \(\{5, 5, 5, 5\}\). Como todos os participantes possuem o mesmo valor, qualquer par formado terá uma diferença de \( |5 - 5| = 0 \). Assim, a diferença máxima entre todos os pares é 0, que é o valor ótimo.