\documentclass[10pt]{article} \usepackage[utf8]{inputenc} \usepackage{amsmath,amsthm,amssymb} \usepackage{fullpage} \usepackage{url} \pagenumbering{gobble} \usepackage{hyperref} \title{ Tutorial: Breakdown Desastroso} \author{Kattis - Disastrous Downtime} \date{} \begin{document} \maketitle Para resolver o problema, utilizaremos uma \textbf{fila de prioridade (min-heap)} para armazenar o \textbf{instante em que cada servidor ficará livre} para ser utilizado novamente. Além disso, manteremos uma variável para registrar o \textbf{número máximo de servidores ativos} em um dado momento da simulação. A cada nova requisição, verificamos o elemento no topo da fila, isto é, o servidor que ficará disponível mais cedo. \begin{itemize} \item Se o tempo armazenado nesse elemento for \textbf{menor que o instante da requisição atual}, significa que o servidor já está livre e pode ser reutilizado, então o removemos da fila. \item Caso contrário, o servidor ainda está ocupado, e portanto \textbf{precisaremos ativar um novo servidor} para atender à requisição. \end{itemize} Em ambos os casos, inserimos na fila um novo valor correspondente a $(instante\_requisição + 1000)$, indicando que o servidor recém-utilizado permanecerá ocupado pelos próximos $1000$ milissegundos. Durante o processo, atualizamos continuamente a variável que armazena o \textbf{maior tamanho alcançado pela fila}, representando o pico de servidores simultaneamente ativos. Ao final da simulação, o número mínimo de servidores necessários será dado por: \[ \left\lceil \frac{n_{\text{máx}}}{K} \right\rceil \] onde $K$ é o número de requisições que cada servidor consegue processar simultaneamente. \end{document}